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Sustentabilidade empresarial em Portugal: progresso, desafios e oportunidades

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Sustentabilidade empresarial em Portugal: progresso, desafios e oportunidades

sustentabilidade empresarial

Em 2025, as empresas portuguesas colocam a sustentabilidade empresarial como prioridade estratégica, mas enfrentam barreiras críticas na implementação de planos de ação e na adaptação às novas exigências regulatórias.

Posto isto, a sustentabilidade empresarial está cada vez mais no centro de estratégia das organizações portuguesas. Um estudo da BCSD Portugal mostra que, entre 2021 e 2023, 96% das empresas participantes afirmaram reconhecer a sustentabilidade empresarial como área estratégica, e 91% alinharam missão e visão com esse compromisso. Apesar disto, apenas 39% das empresas afirmam ter um plano de ação estruturado para a sustentabilidade.

Por sua vez, no ano de 2024, mais de 90% das maiores empresas portuguesas já publicaram relatórios deSustentabilidade ESG(Environmental, Social & Governance). Esta evolução mostra que a sustentabilidade empresarial passa de discurso a práticas concretas de transparência. Além disto, novos rankings internacionais destacam empresas portuguesas entre as mais sustentáveis do mundo.

Contudo, apesar dos avanços, a implementação completa da sustentabilidade empresarial ainda enfrenta obstáculos:

  • Apenas 58% das empresas portuguesas têm uma estratégia ESG formal definida, segundo dados do Barómetro Internacional ESG 2025.
  • A regulação está a evoluir rapidamente: A Diretiva sobre Relato de Sustentabilidade Corporativa (CSRD) entra em vigor para aumentar a exigência de reporte e transparência, obrigando as empresas a adaptar-se.
  • Muitas PME reconhecem o valor da sustentabilidade empresarial, mas não veem ainda o “business case” ou enfrentam falta de conhecimento sobre como operacionalizá-la.

Num estudo do IAPMEI, 78,7% das grandes empresas afirmam saber como atuar em termos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), mas apenas 25% das PME referem ter essa capacidade.

Neste sentido, a sustentabilidade empresarial para além do ambiental, inclui os eixos social e de governação, e muitas organizações ainda precisam de evoluir nestas vertentes para que as suas práticas sejam realmente eficazes.

Para que a sustentabilidade empresarial deixe de ser apenas uma meta e passe a ser performance, as empresas nacionais devem:

  • Integrar a sustentabilidade empresarial nas operações e decisões quotidianas, não apenas como tema estratégico, mas como valor operativo.
  • Envolver toda a cadeia de valor e stakeholders, construindo transparência e confiança.
  • Envolver toda a cadeia de valor e stakeholders, construindo transparência e confiança.
  • Adaptar-se à regulação emergente para evitar riscos reputacionais ou de mercado.
  • Investir em inovação.
  • Acompanhar e divulgar métricas, assegurando reporte adequado para investidores, clientes e para o mercado em geral.

A era da sustentabilidade empresarial em Portugal prossegue em 2025 com um claro avanço: as organizações reconhecem o tema e começam a agir. Porém, para que esse avanço se transforme em mudança real, o desafio está na implementação eficaz.

Assim, a sustentabilidade empresarial não é apenas uma escolha ética, mas sim uma vantagem competitiva, e as empresas que o perceberem, terão um lugar de liderança no futuro.

Fontes:Jornal de Negócios,SAPO,CPSA,Ayming Portugal



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